
Confesso que deveria estar estudando bem mais do que de fato estou. Acho que o cansaço do ritmo intenso desde janeiro está dificultando o rendimento. A demanda de tempo que cada disciplina exige é grande e esse ser biológico não está nada acostumado com essa maneira tão intensiva de aprendizado que, aparentemente, os seres exatos já vivem desde o primeiro ano da graduação.
Enquanto no meu primeiro semestre na faculdade de Biologia, eu me deliciava na disciplina "Fauna, Flora e Ambiente" com direito a viajar pra Ilha do Cardoso, a galera de exatas estava se matando de fazer listas de exercício nas disciplinas de Cálculo I.
Oh! Que saudades que eu tenho da aurora
da minha vida
, da minha Biologia querida, que os anos não trazem mais...
Opa! Não trazem, mais?! Exagerei.
Ainda bem que apesar da correria das aulas, já estou começando a tocar algumas partes iniciais da tese de doutorado, vendo alguns artigos, procurando dados na literatura, assim não fico perdida no incrível mundo abstrato da matemática e posso manter contato com as coisas que podemos ver, medir, contar, ou seja, com as coisas que realmente existem.
Mas, dificuldades à parte, estou sobrevivendo (graças à ajuda do Rafa) e aprendendo muuuuuita coisa nova que jamais aprenderia se não estivesse aqui. Então um "Viva!" aos desafios, que nos cansam, às vezes até irritam, mas nos fazem crescer, afinal o que não mata, engorda.
Logo mais vou postar sobre o Festival de Inverno que o SESC realizou por aqui em julho. Foi muito bom, bonito e barato (já que todas as atrações foram gratuitas).
OBS: Alguém se habilita a resolver o problema da figura acima?